Em meio a gritaria da Câmara, Júnior mantém o tom

É base governista, mas não se retrai em fazer ‘mea culpa’, quando necessário. Por hábito lê as ações da prefeitura com os olhos que a separação dos poderes exige. Ou seja, o Legislativo é fiscalizador e freio necessário do Executivo, e mesmo sendo aliado, não deve confundir simpatia com subserviência. Antônio Carlos Machado Junior, do MDB de Canelinha, foge da gritaria e mantém distância dos extremos no parlamento.

Cotado para presidir a Câmara neste ano, já assume pré-candidatura à Prefeitura em 2020. Futuro no MDB, no entanto, passa para formação da nova Executiva do partido, e a postura que a sigla vai adotar daqui pra frente. Em entrevista ao Jornal da Super nesta semana ele respondeu a três questionamentos importantes: polêmica da distribuição de medicamentos, futuro político e situação envolvendo a eleição da presidência da Câmara: